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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

BRUXO

Queira Deus e todas as outras divindades celestes e terrenas que, daqui a um ano, não volte a ser bruxo!!!

Francisco Almeida
16 de Novembro de 2016 às 17:33 · 
Fala-se de tudo, anunciam-se todas as medidas, lançam-se foguetes por alguma coisa que, ocasionalmente, corre bem, mexerica-se a propósito das eleições democráticas noutro país, fala-se do Pedro e do Bruno, no próximo Concerto num qualquer Pavilhão, das lesões dos craques, do que se vai gastar em prendas de Natal, já alguém se questionou dos prometidos estudos, a serem feitos de imediato, logo após os incêndios que devastaram a maior parte das manchas florestais que ainda restam neste País?
Que era agora, depois do estio, que se iriam tomar as medidas que debelassem as fragilidades da prevenção e de combate e se resolveria a situação trapalhona dos meios aéreos.
Já alguém viu ou ouviu algo de substancial para esse desiderato tão badalado, na fuligem dos fogos?!
Esperem pela Primavera ou para quando começarem a ouvir as sirenes dos Bombeiros e não conseguirem divisar no Horizonte, no lugar da Lua Romântica que nos encantou, apenas uma cortina de negros fumos e ouvirem os "ais" desesperados de quem tem o lume a queimar-lhe as ombreiras da porta!
Lembrei-me eu, que sou maldizente.....

DISTINÇÃO DE GÉNEROS

Para acalmar alguns espíritos "fumegantes" que temos que aturar nos palcos mediáticos e da Política!



HUMOR À QUINTA

Mesmo que a rir, se retratem coisas sérias.....


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Ó MINHA FILHA...

"A primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro” - Mariana Mortágua
A mim, bem pode revirar-me os fundilhos das calças e levar o que quiser. Mas, eu não sou nada, num todo de milhões, a quem já impedem poupar por via dos impostos e a quem, segundo a cartilha desta sumidade bloquista, é proibido guardar algum.
Vamos lá, portugueses, gastem tudo o que ganham, recorram aos cartões de crédito e endividem-se como os que deixaram o País com uma Dívida que os vindouros, os filhos dos vindouros, os vindouros dos netos, ainda terão que pagar.
Contrariem, de forma literal aquele aforismo da canção que eu dedico à suprema inteligência da menina Mariana: "Ó minha filha, nunca gastes tudo" !

domingo, 12 de novembro de 2017

O MÓRBIDO JANTAR

 Aquele mórbido Jantar do pessoal da Web Summit, já lá vai e é tarde para se mudar o local.
Por mim, recusar-me-ia a jantar em local tão solene, mas cada qual escolhe onde gosta de comer!
 O que ainda não se foi, é a polémica que tal desencadeou e que terá deixado a nu a dose de demagogia que nos foi servida como sobremesa, sem que tenhamos tomado o gosto ao repasto.
  Quando sabemos, a ser verdade o que a Comunicação Social noticia, para lá de outros eventos, ainda não há muito tempo, 16 de Outubro, o pessoal duma Empresa Pública ali se banqueteou, sem que alguém nos tenha vindo espicaçar o sentimento de respeito por aquela última morada dos nossos Grandes, eis que alguém se lembrou que o jantar do pessoal das novas tecnologias foi autorizado pelo governo que levantou âncora já lá vão dois anos!
 Sem dar mais esmola para polémica tão indigesta, apenas me questiono se, tenha frequentado as Universidades de maior gabarito, as Escolas Regimentais ou as Novas Oportunidades, alguém não soube ler aquela norma de 2014 ou, pior, se a deturpou, de má fé!
Bom proveito!























sexta-feira, 10 de novembro de 2017

SEM GENTE DENTRO

Enquanto governantes e outra "nata" da Nação, em Lisboa, perdem tempo e humanismo em eventos de robotização e tecnologias de duvidosa utilidade, morrem cidadãos por mais que provável falta de meios técnicos de fiscalização e controle dos elementos essenciais à vida humana, como o fogo, a água e o ar!
Vivemos num País Faz de Conta!
Será que na Web Summit não apareceu nenhum expert a exemplificar técnicas de prevenção e dissipação de fenómenos que ceifam vidas às centenas? Ou não passaram a barreira das práticas de negócios de lucro assegurado e exibicionismos tecnológicos da treta, desenhados no espaço das ideias mirabolantes?
Eu sei que o Mundo pula e avança, mas que avance sem que deixe de prover as necessidades básicas, a saúde e a vida dos cidadãos. Que estão primeiro e sem as quais de nada valem ideias e invenções sem Gente dentro!

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

HUMOR NA QUINTA


LEGIONELLA

Faz, hoje, três anos! Maldita efeméride que deixou um rasto de mortes. sofrimento e enfermidades em centenas de pessoas. Um ano passado sem que a incúria, o desprezo pela salvaguarda da saúde dos cidadãos e os atentados ao Ambiente, em nome do lucro e das mais valias, continua impune e sem se retratar em público!
A Legionela não dorme. Acordará de novo, quando adormecido pelo tempo e por inconfessáveis e intocáveis interesses, estiver o surto que ceifou vidas e dor e a miragem de dividendos accionistas, mais uma vez, acima das obrigações legais e da saúde dos concidadãos do capital negligente e da ineficácia de quem tem por mister estar vigilante e controlar estes desmandos ambientais.
Temo ainda escrever isto, de novo, em vida. Que, para além de palavras de conforto apaziguador, não perscruto, na prática, medidas de fiscalização e controle que previnam estas ocorrências cíclicas.
Ademais, os sucessivos governos, de que os incêndios são um corolário evidente, parecem apostar mais no aforismo "depois de casa roubada, trancas na porta". Investem no combate o que poderiam poupar se elegessem a prevenção como prioridade.
Que repousem em Paz, as vítimas de 2014 e as que, mais recentemente, sucumbiram por efeitos da Legionella!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

SONHAR LAFÕES

Andei, agarrado às nuvens, a voar nas asas da fantasia, pelas serranias do São Macário, pela Senhora do Castelo, pelas águas, em crescendo, da Barragem de Ribeiradio. Quando, caí em mim e pus os pés na terra, escrevi isto:
SONHAR LAFÕES...
... com as três Princesas no mesmo Castelo!
Sempre que, pelas terras por onde tenho passado ou fazendo vida, me perguntam pela naturalidade, só tenho duas formas de satisfazer a curiosidade dos interlocutores. Se os tomo por conhecedores daquele rincão da Beira Alta, sou do Concelho de Vouzela, para os alfacinhas empedernidos, lapas agarradas à sua rocha mourisca, e pouco afeitos a mapas do Interior, sou de Lafões!
Todos temos sonhos, por mais disparatadas que sejam as teias que se vão urdindo no Pensamento. Ideias desenhadas em telas efémeras, que se degradam com o evoluir do tempo e do modo.
Quando, no ímpeto reformista, se partiu para a redução do número de autarquias, com uniões de facto de algumas freguesias, sem discutir da bondade da bitola que as justificou, a todas ou a cada uma delas, pensei sempre que a medida não deixaria de contemplar, também, alguns municípios. Não aconteceu. Por falta de coragem para saltar as barreiras dos interesses instalados ou por outras opções de natureza política, ficaram, como muitas instituições deste País, intocáveis, nos seus redutos de orgulho e tradição.
Havia sido, então, que o sonho ou o devaneio projectado nas nuvens, num assomo de ingénuo lirismo, me tomou conta do espírito. Imaginei um Grande Lafões, com S. Pedro do Sul, Vouzela e Oliveira de Frades, as três princesas de quem o Vouga se enamorou, unidas num grande Concelho, com um só e Grande Município, numa fusão de interesses, numa comunidade fortalecida e unida pelos fios dos desígnios que lhes são comuns, com mais energia para alcançarem o desenvolvimento , o que a força que cada uma delas, de per si, não consubstancia.
Depressa, se desvaneceu, para lá dos cumes das serras que protegem aqueles três concelhos do vale encantado, o sonho que, reconheço agora, não terá passado disso mesmo.
Quando Vouzela se afirmou como Capital da Vitela de Lafões, vi e ouvi, gente de outros concelhos, pretenderem que o selo das vaquinhas também andavam pelos campos seus, nos pastos do seu território. Não muito diversa foi a reacção de outros, logo que Oliveira de Frades alardeou, com toda a justiça, ser a Capital do Frango do Campo. Que, São Pedro do Sul, por condições naturais é, de há muito, a Capital do Termalismo e essa ninguém teria a ousadia de pôr em causa! Mas, foi em mais um aniversário do histórico Foral de Lafões, que as circunstâncias me convenceram de que, mais do que os povos daquelas terras, que continuam unidos e numa convivência de irmandade plena, a Política local e as "partidarites agudas" de que padecem alguns "ilustres" daquelas terras, inviabilizariam qualquer projecto de união e de força convergente no Progresso e no Futuro dos três concelhos. Só faltou rasgar o Foral, negar a História, apagar o Passado, num alardear de ciúmes que não têm razão de existir, e não existem, no sentir das suas Gentes.
Foi sonho, foi quimera, efabulação, lirismo. Foi tudo disso. Por enquanto. Que o Tempo não pára aqui, o Futuro é insondável e, como soe dizer-se, "o que tem de ser tem muita força"!
Enquanto esse tempo não chega, que se vão entendendo, unindo esforços conducentes ao bem estar dos lafonenses, que dialoguem e discutam objectos de interesse comum e que nunca sejam comadres desavindas, ciosas do pedaço que julgam só seu, ao ponto de desmoronarem o que, mesmo assim, ainda é o belo e forte monumento de que são peças, LAFÕES!
Vouguinha

AUDITORIA OU CORTINA?

A Auditoria anunciada pelo Governo à Autoridade da Protecção Civil, merece-me toda a concordância, mesmo que continue a defender que "auditados" deviam ser todos os poderes do Estado que, por negligência ou omissão, tenham permitido que a Tragédia Nacional que foram os incêndios, tomasse as terríveis proporções que todos conhecemos e lamentamos e que nos deprime enquanto concidadãos dos que sofreram, no corpo e no património, os nefastos efeitos da incúria sem rosto!
Despejar dinheiro na dor, no sofrimento dos que perderam familiares, dos que se viram privados de abrigo e de meios de subsistência, é coisa pouca.
Urge saber quem, como e porquê, por negligência, por incompetência, por incumprimento dos seus deveres, não soube ou não quis colocar ao serviço da segurança dos seus cidadãos de todos os meios que a situação calamitosa requeria.
É que, lembrando-me do surto de Legionella  de 2014, que ceifou 14 vidas e deixou cerca de 400 com graves mazelas e padecimentos que a Medicina não pode reverter, mais do que as compensações monetárias que nunca chegaram, há culpados a quem ainda não chegou, também, a espada da Justiça, o Estado nem sempre responde, atempadamente, por incuria legislativa ou por esquecimento, às suas obrigações para com a Sociedade.
Responsabilizar os fautores da insegurança, por comportamentos negligentes, laxismo e desinteresse, é o único caminho para que um País tenha credibilidade e que se paute por um genuíno Estado de Direito.
Auditar apenas a ANPC é positivo, mas é curto, é quase nada. É ficar pelas mangas deste fato negro de cinzas e de luto que Portugal vestiu.
Os braços da Justiça terão que chegar mais longe e, através do Ministério Público, encontrar, desde o mais humilde serventuário do Estado, até aos ilustres maquinistas do poder público,
pela postura e resposta à calamidade, cometeram crimes, por negligência, por incompetência ou por negação dos seus deveres, enquanto entidades a quem é cometida a missão de zelar pela segurança e bem estar do seu Povo!
Que a Auditoria anunciada, não sirva de cortina e não substitua,por si só, a acção da Justiça que vim enunciando!

SEMPRE BENFICA!


sábado, 28 de outubro de 2017

HUMOR AO SÁBADO

Zé Miguel Amador, acompanhado por Luís Gracio e Pedro Barrocas - "Meu irmão agricultor" from MPAGDP on Vimeo.

MUDANÇA DA HORA


PRESUNÇÃO E ÁGUA BENTA

Rui Rio, no OBSERVADOR: "EU SOU MAIS ESTÁVEL DO QUE SANTANA LOPES"

E, que tal, deixar os militantes do seu Partido fazerem essa avaliação, ao invés de ser juiz em causa própria?!

Para mim, tanto faz um como outro, não tenho amarras partidárias, mesmo que, em benefício do Centro Direita, preferisse outro com menos rasto político e mais jovem.Mas, mesmo visto com distanciamento, não é bom presságio, nem princípio que me agrade, começar com presunção e água benta da própria pia, ou tentar ficar mais alto, colocando os "calcantes" nos costados dos "adversários".

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

DESCULPAS


HUMOR ANTIDEPRESSIVO

Para descomprimir.....




POR VOUZELA


Apelo publicado Notícias de Vouzela, para ajuda às populações fortemente afectadas pelos incêndios a qiue o Vouguinha se associa:
"Os fogos que assolaram o país, no passado domingo, deixaram um rasto de destruição. Lafões não escapou à tragédia e está a tentar recompor-se dos estragos, nomeadamente apoiando as populações mais afectadas. Neste âmbito, o Município de Vouzela lançou uma campanha de angariação de bens que serão distribuídos pelas aldeias que nada têm."

Dádivas que são recolhidas no Quartel dos Bombeiros Voluntários da Vila:


LAFÕES SOLIDÁRIO

Transcrevo do
Notícias de Vouzela
(Hoje)
Município de Oliveira de Frades está a receber bens para doar às famílias afectadas

O Município de Oliveira de Frades está a receber bens para apoio às famílias afectadas pelos incêndios. Existe, preferencialmente, a necessidade de:

- Roupa de cama (cobertores, lençóis, etc.);
- Roupa interior;
- Mobiliário diverso;
- Eletrodomésticos;
- Utensílios de cozinha (loiças, talheres, panelas, etc.);
- Produtos de higiene pessoal;
- Produtos de limpeza.

Os artigos deverão ser entregues no edifício da Câmara Municipal. Para qualquer esclarecimento os interessados podem contactar os serviços, através do email: gabinetedeapoio@cm-ofrades.com ou do contacto telefónico: 232 760 300.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

LUTO, POR VOUZELA

Das 31 vítimas mortais deste inferno das chamas que vêm fustigando o território nacional, 4 são de Ventosa, Vouzela.
Curvando-me perante todas elas, o meu pesar vai, de modo ainda mais sentido, para as que perderam a vida no meu Concelho de origem.
Condolências a todos os familiares e coragem para todos os que enfrentam o monstro e para os que se vêem, também, privados dos haveres alcançados com o suor duma vida.

Divulgo:

Pedido de ajuda
Os bombeiros e o Município de Vouzela estão, em coordenação, a prestar apoio às populações, contando com o apoio de populares e empresas. No quartel podem ser entregues bens essenciais, fruta, pão e leite para os desalojados.

sábado, 14 de outubro de 2017

PAPAIAS, PAPAIAS, PAPAIAS!

Tretas! Papaias, papaias! Ao menos que vão até à raiz e não se fiquem pelas pétalas perfumadas! A redução no IRS não é para todos. Por exemplo, um casal com filhos em idade escolar leva um corte, salvo erro, de 300 € no tecto das deduções na rubrica Educação. Para lá de que os recibos verdes vão pagar mais.O mesmo se passa com o "doce" dos 6 ou 10€ nas Pensões. Volta a não ser para todos e, para além disso, não vai dar para pagar os impostos (indirectos) aplicados a tudo o que mexe, desde a batata frita, produtos com sal, bebidas, carros, tabaco até uma panóplia de outros produtos.E, não estou a dizer que não tenha que ser assim. Até compreendo que o seja, que o maná prometido ainda está no armazém dos deuses! Mas, que digam tudo e não se fiquem pelo que é violino para os ouvidos ou colírio para os olhos!Foram estes aspectos que me levaram a dizer-vos que os políticos (salvos sejam e com respeito pelos que o são), deviam ser manetas, pois que, se dão com uma mão a alguns, tiram com as duas a todos!É isso que se passa, são papaias, papaias, papaias!