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domingo, 30 de outubro de 2011

Os outros "Miseráveis"!


Estes miseráveis não são os do Victor Hugo, ainda que palmilhem por Paris! São os nossos, politicamente, miseráveis que, ao arrepio da situação em que vivemos, sem que apontem outra alternativa para a saída, conspiram nos bastidores, pondo em causa todos os sacrifícios a que nos obrigaram pelas irresponsáveis políticas e por uma gestão danosa dos dinheiros públicos. Agora, compreendo o afã arruaceiro e a arrogância desmesurada de ex-ministros, secretários de Estado e "lambe-botas" do ciclo socretino, quer nas Comissões quer no Plenário da AR! Bem pode o novo leader, pouco seguro, jurar não pensar o País em função do partido, mas do interesse nacional, que só mesmo outros miseráveis de espírito acreditarão. Em Política, mais do que "o que parece, é", o que conta são os actos e não as palavras ocas!...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Os herdeiros do malabarismo político





Este caso apenas me merece a citação dum aforismo muito antigo:

"Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo"

Heranças......

in "Negócios online":

A KPMG nega ser autora dos dados apresentados por Paulo Campos na última Comissão de Obras Públicas. "Na referida audição foi apresentado pelo sr. Deputado Paulo Campos um conjunto de gráficos e outros elementos de análise, capeados por uma página típica de relatórios emitidos pela KPMG mas não sendo da nossa autoria nenhum daqueles gráficos ou elementos", pode ler-se na carta da consultora enviada à Comissão de Economia e Obras, divulgada hoje no semanário "Sol".
"Consideramos existirem indícios de utilização indevida da imagem e nome da KPMG, bem como de terem sido atribuídas à nossa firma um conjunto de factos e conclusões que não correspondem a nenhum dos relatórios emitidos pela KPMG para a Estradas de Portugal", refere a mesma carta.
Em declarações ao "Sol", o administrador da KPMG afirmou que as "imagens da audição tornadas públicas" confirmam que o "documento apresentado por Paulo Campos nos é estranho e não foi analisado por nós".
Entretanto, o Partido Socialista já pediu a presença do administrador da KPMG e do presidente das Estradas de Portugal na Assembleia da República.
Na audiência em que esteve presente Paulo Campos, que teve lugar na terça-feira, o ex-secretário de Estado negou que os encargos com Parcerias Público Privadas (PPP) até 2030 tenham aumentado.
O responsável afirmou mesmo que os encargos desceram para 15,4 mil milhões de euros face aos 15,8 mil milhões que foram inscritos no Orçamento para 2005.
Segundo o actual deputado, também nas renegociações com as concessionárias das SCUT, em vários casos de alterações aos traçados impostas pelo Estado o erário público ficou a ganhar, sendo que em 2005, segundo Paulo Campos, estavam previstos 1,4 mil milhões de euros e a tutela que liderou reduziu estes valores para 600 milhões. “Onde é que está o desvario com as PPP?", questionou Campos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

É nos momentos de Crise...


... que se valorizam certos desmandos ou os "mamanços" numa teta que já não vai dando para todos!

Mais do que manifestação da tão propalada "inveja nacional", qualquer contribuinte tem todo o direito e razão para se escandalizar com este episódio das subvenções vitalícias aos políticos. Que, não esqueçamos, continuaria a passar despercebido, não fosse o esgrimir quanto à equidade nos sacrifícios que nos vão sendo impostos.
Sabendo que o tempo de exercício de qualquer cargo público conta para a pensão de reforma, conhecendo todos que todas aquelas centenas de políticos retomaram as suas vidas em cargos generosamente remunerados, é uma gritante afronta a todos os que se vêem privados de 50% do Subsídio de Natal de 2011 e, no mínimo, de todos os de 2012 e 2013!
Que "estadistas", que "heróis" nacionais, terão sido, entre outras centenas, Carlos Melancia, Dias Loureiro, Armando Vara, Carlos Carvalhas..., para que continuem, pela vida fora, a viverem do erário público? Pior, que necessidade terá, qualquer deles, duma subvenção que, na maioria dos casos, corresponde a um funcionário no topo da carreira, em pleno exercício de funções?
O cartão da imagem é um desabafo humorístico, mas que tem o chip de quem sente que ficou mais pobre para poder pagar asas douradas de tachos que já foram!

domingo, 23 de outubro de 2011

A trapada hospitalar...


... voa pelas serranias e navega por mares encapelados!

Do Hospital de Santa Maria, no coração de Lisboa, ao Garcia da Hora, nas bordas de Almada, há uma Ponte a percorrer. De São Pedro do Sul, terras de Lafões e do Vouga, até ao Brasil do samba, há todo um vasto oceano a vencer.
Nada que a incúria ou a ganância pelo lucro não ultrapassem!
Mais casos estranhos que deviam ser investigados até à bainha das calças e dos calções com farrapada hospitalar!

sábado, 22 de outubro de 2011

O "Triunfo dos Porcos"?


Kadhafi era um ditador, um facínora, que tratava o seu povo com crueldade, mas nada justifica a forma como, tudo aponta, terá sido abatido.
Os ódios e as raivas que se acumulam na bateria humana não são razão nem desculpa para que se cometam os mesmos crimes que são imputados à própria vítima.
Sinal nada auspicioso para o que se vai seguir na Líbia.
E que, por momentos, me fez evocar o "Triunfo dos Porcos"!.....

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vouga que levas as águas....

... e perdes os comboios que foram teus!

Já há muito que a do Vale do Vouga não passa de uma saudosa lembrança. Anuncia-se, agora, o encerramento da Linha do Vouga, que, com a primeira, andou de braço dado na Sernada, convivendo ambas até Aveiro.
Mais triste fica o Vouguinha, que vai perdendo os vizinhos com quem conviveu durante décadas e a quem os senhores dos tempos, das serras e dos vales, não souberam dar destino turístico de que as suas margens seriam postais convidativos!
Vai-se, na vil tristeza dos tempos que dizem novos......


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Humor....amargo e negro...


....da cor da lápide!
Que, no mínimo, sirvam para levar este País do Inferno ao Céu, mas que, depois, RESSUSCITEM!

Tribunal de Contas ou lança de esferovite?!


In "Público" - "Na sessão de abertura da apresentação do estudo sobre as contas do Sector Empresarial do Estado (SEE), Guilherme de Oliveira Martins afirmou que o funcionamento destas empresas “tem de ser profundamente repensado” porque se tem assistido a “uma desadequação entre os meios e os fins”.O presidente do TC considerou essencial garantir “a sustentabilidade financeira e orçamental” destas companhias. E criticou a facto de continuarem a ser criadas “falsas empresas públicas” com “finalidades administrativas e sem sustentabilidade”, numa referência aos hospitais do Estado."
Tem toda a razão no que diz. Só posso concordar com os seus propósitos, Dr. Oliveira Martins! Mas...só agora? E quem o vai ouvir... ou o ouvia antes? O Tribunal de Contas será mais que um diapasão do que qualquer jornal noticia ou daquilo que os mais avisados vão dizendo por aí?! Resultados práticos? De que lhe(nos) valeu zurzir nas famigeradas Parceria Público Privadas.....que todos (nós, filhos e netos) estamos - e estaremos - a pagar, por largos anos?!....

domingo, 16 de outubro de 2011

Indignado, sim...


.... por mais divergentes que sejam das motivações de muitos que se manifestaram!

Assim de repente, bem espremida no lagar da minha falível perspectiva, a Manif. dos "Indignados" deixou, para além das futilidades e da justa indignação, uma evidente certeza: urge alterar de raiz o processo eleitoral. Para além da tão esperada redução de deputados (que só deles depende), tem que se acabar com a eleição de "desconhecidos", em listas engendradas nas paredes das sedes partidárias. Os deputados terão que ser, no concreto, os representantes dos eleitores e a expressão no Parlamento dos seus anseios. O Povo real não se revê naquela "gente" que dizem "falar" em seu nome.
Os eleitores têm de os conhecer, eleger directamente, para que lhes possam pedir responsabilidades. Que limitarem-se a levantar o braço ou o bumbum segundo o sinal do chefe, não tem representatividade alguma!
Talvez, com um novo sistema eleitoral, não caiamos no ridículo de olhar para o Parlamento e vermos muitas das caras que ajudaram a cavar o fosso em que estamos metidos....e que se limitaram a arrumar a papelada num qualquer Ministério ou Secretaria de Estado, para os levarem, dias depois, para um qualquer gabinete da Assembleia!

Indignados ordeiros!


Já ouvi, hoje, no "ponto" da bica matinal, comentários alarmistas imputando violência na Manif. dos "Indignados". Não vou entrar em considerações sobre a natureza, aproveitamentos partidários e utilidade do movimento. O que quero expressar é a minha admiração pela forma como os seus mentores organizaram a jornada de protesto. Por mim rotulo-a de pacífica e ordeira, que meia dúzia de "zecas pedras" "acervejados" não são o espelho de todos aqueles milhares.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Que floresçam os bons exemplos....


....venham eles dos lugares mais ricos e urbanos ou de modestas vilas do Portugal real!

Fonte do "Noticias de Vouzela", um Semanário da região de Lafões, pela voz do vereador do pelouro de Administração e Finanças, dá-nos conta que o Município de Vouzela, nos últimos meses poupou já entre 30 a 40% em todos os Serviços.
Noutra vertente, conhecendo-se que há autarquias a pagarem a mais de 800 dias, a daquele Concelho se propõe a reduzir o prazo de pagamento que é, actualmente, de 79 dias.
Apraz-me registar este empenhamento, fruto dum sentido de responsabilidade e adequação ao momento difícil em que vive o todo nacional. Será modesto, gota de água neste oceano de problemas, mas que sirva de sinal e exemplo para os demais municípios, que, numa mudança radical, terão de tomar consciência, autarcas, munícipes e fregueses, de que urge acabar com esbanjamentos e desperdícios irresponsáveis, secundarizar o efémero e gastos em fachada eleitoralista. Que dão brilho por algum tempo e se apagam breve, mais não servindo que comprometer o Futuro e o que, no concreto, interessa às populações que servem.
É mais, ainda, um sinal que é urgente e necessário, nas autarquias como no Estado e nas empresas públicas, uma boa administração dos dinheiros públicos, em detrimento dos espectáculos promocionais com obras inúteis de novo-riquismo fútil e inconsequente para a melhoria de vida das populações.
Não é tarefa fácil, não se debelam vícios de décadas apenas com sinais e boas intenções, muito menos, em tempo breve, mas há que, sobretudo, valorizar e estimular todos, em especial, os que, com os pés bem assentes nesta terra que é nossa, têm plena compreensão do momento que vivemos.
Como, aliás, aquele edil soube sintetizar:

"É fruto de uma gestão rigorosa do executivo e de
uma envolvência total de todos os colaboradores:
Se eles não estiverem sensibilizados para esta matéria
as coisas não funcionam"

domingo, 9 de outubro de 2011

Ilusões duma noite de Céu brilhante....


....nestes primeiros dias de Outubro, que vai quente!

Falaram-me em chuva de estrelas, num firmamento por onde se têm movimentado as mais decadentes da constelação nacional!
Estive de "periscópio" ao alto, pela noite dentro e até ser vencido pelas armas antigas dum Morfeu implacável. Não vi chuva, não mais estrelas, para lá das que já são a moldura deste Céu tão afastado. Mas vi a lua, brilhante e pantafaçuda que, debilitado pela refrega com o sono teimoso, imaginei ser uma luz ao fundo do túnel.
No nosso, profundo e de breu....
Mas era ela, a lua a quem o Povo sempre cantou:


Ó LUA QUE VAIS TAO ALTA
REDONDA COMO UM TAMANCO
Ó MARIA TRAZ CÁ A ESCADA
QUE EU NAO CHEGO LÁ COM O BANCO...


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Golpes baixos?


Alberto João Jardim não andou bem ao ocultar a dívida. Mais do que a constituir, desbragadamente, é condenável não a ter comunicado às instâncias nacionais que a lei estipula.
O que já me parece um acto igualmente condenável é, a 72 horas do Acto Eleitoral na Madeira, ter o PS marcado uma discussão a propósito daquele comportamento...e nos termos em que o fizeram.
Politicamente, são os golpes baixos a que este partido nos vem habituando!
A propaganda partidária faz-se no terreno, na Comunicação Social, nos Comícios, nunca no Parlamento Nacional.....que, já sendo desconsiderado por muitos, a repetirem-se estas lamentáveis iniciativas, corre o risco de descer a um nível de taberna publicitária, com clientes a mais e arrotando ao azedo!....
É da responsabilidade dos senhores deputados eleitos fazerem-nos crer, pelo exemplo, que há seriedade na Casa que tem por objectivo legislar, estruturando, uma Sociedade que é a de todos! E, sobretudo, respeitando, na prática, a democracia que tanto apregoam na retórica!...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Procura-se, o macaco....

....que a banana está em mau estado de conservação!...




Humor é o medicamento genérico mais barato do mercado. Pode e deve ser tomado frequentemente e em doses reforçadas, quando um Povo anda deprimido!
E que, ainda, não paga imposto!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

"Grande Poeta é o Povo"





Os nossos Códigos têm escapatórias em excesso. Só que são "escapatórias" apenas acessíveis a veículos luxuosos.....de gente endinheirada, que pode ir de recurso em recurso.......até à prescrição ou absolvição final!

Não é, Morais.....e outras dezenas que tais?!...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"Penachitos" autárquicos.



Valha a verdade que sempre "acusei" a máquina socialista de, no domínio da Economia, ser, de há muitos anos, o "coveiro" de Portugal. A convicção mantém-se e não é nenhuma obsessão pessoal, mas há que lhes aplaudir as boas ideias. E, caso raro, Seguro expressou, hoje, uma que já aflorei de há muito, ainda antes de se pensar em reestruturar o mapa autárquico: o que fazem, no plano funcional, as Juntas de Freguesia nas sedes dos concelhos das vilas do País, algumas vezes,instaladas nos próprios edifícios das Câmaras?
É penacho pequeno? Será um "penachito", mas não deixa de ser supérfluo, logo dispensável!