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domingo, 31 de janeiro de 2016

FACE A FACE

 Ontem, à noite, num dos canais televisivos, assisti a um programa em que se abordavam os inconvenientes do Face. A pivô ia adiantando que nos devíamos "DESAMIGAR" de amigos negativistas e que insistem em temas políticos, ou dos que fazem desta rede social um muro de lamentações.
 Por mim, vou correndo o risco, porque estou sempre a apelar que quem não gostar da minha postura no Face fazer o favor de se "desamigar" . Numa fase destas do "campeonato", vou eleger como tema o quê?!
O Benfica deixou de ser a locomotiva da Liga, a que me havia habituado nos últimos anos, o Futebol não é apelativo como tema primordial;
 já não ando por aqui no "engate", que não tenho idade para artes marialvas;
 gosto muito de animais, mas não posso passar o tempo a destrinçar se os gatos de olhos verdes são siameses ou papa ratos dos quintais;
aprecio flores, mas já lá vai a fase do bem-me-quer, mal-me-quer;
 vou trocando impressões climáticas com os amigos, mas não posso estar sempre se atalaia a contar os baldes de água que o S. Pedro vai despejando.
   Num tempo, mais uma vez, de preocupação pelo devir, nosso, de filhos e netos, num ano em que o poder parece usurpado por uma minoria ou maioria sem consistência, e, tudo indica, que nos leva pelos caminhos do aventureirismo irresponsável, "falar" de quê?!
A pivô do "desamigar" que tire o cavalo da chuva, que a pintura rosa daquele pelame é "mixordice" de tinta grega!
Que se "desamigue" quem quiser, que aquela minha Página não é nenhum campo de concentração nazi, nem da Sibéria estalinista!
Que os "Amigos" verdadeiros, esses ficam sempre!

sábado, 30 de janeiro de 2016

POMBOS DE LISBOA...

... nos beirais do fim de semana!


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

DE MOÇÃMEDES A NAMIBE



Eu nasci numa aldeia beiroa que dá pelo nome de Moçãmedes. Uma terra pequena que foi "madrinha" duma grande cidade angolana, que, no outro lado do tempo, era Moçãmedes e, Hoje, é Namibe, AQUI RELATADO
Se a minha vivência e afectos me ligam por laços de vida pessoal, a Moçambique, também é verdade que Angola me diz muito. Foi lá que nasceu a minha saudosa mãe e faleceu, em combate, numa das guerras do início do Séc. XX, (1914/1918 ?) o meu avô materno, que era oficial do Exército.
Foi de lá que, acabadinhas de "bater", me chegaram estas fotos daquela cidade que, segundo me confidenciou o próprio, encantou um dos bisnetos de quem, naquela Região, sacrificou a vida, em nome duma Bandeira.
São imagens de saudade e de amor, entrelaçadas por uma Língua e pela História de séculos!


















BATE O PÉ

Isto    AQUI     soa-me a música para o baile da eira ou terreiro no Seixal!
Ai, bate o pé, bate o pé, bate o pé... ♫♫♫

Ou, então,  dançar, como gente de cachecol grande e visão estreita,  ao estilo dum zorba grego!
Como se gente pequena
, como a da "geringonça",  tivesse engenho e arte para impor condições ou reverter os acordos que fez com a UE e mais Credores!

Negoceiem, sim, de boa fé, mas que não estiquem a corda que ela é de fioco...sirizado e aquele nó na ponta esquerda, não é de confiança, nem dá confiança a ninguém. Nem na Europa nem no nosso "recreio" luso!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O MAL MENOR

O Vouguinha sempre votou. E, vai votar, mais uma vez!
Por castigo ou por Fado, terá que o fazer, como nalgumas outras eleições, optando pelo "MAL MENOR".


Vai votar Marcelo!

POEMA SATÍRICO

 


 Se este meu tio avô, o poeta José Branquinho, vivesse estes nossos dias, só teria que adaptar este soneto às novas figuras, aos actuais basbaques. Que, se na Monarquia os haveriam, Hoje, nesta terra de Santa Maria, fundada, conquistada, reconquistada, por Reis e seu Povo, abundam republicanos, maçónicos, de mãos mais leves e bolsos mais fundos que os fidalgos de outrora!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

sábado, 9 de janeiro de 2016

SODOMA E GOMORRA

A sanha destruidora de escavacar tudo o que está feito!... Por nada de especial, mas porque sim....Para mostrarem obra a qualquer preço?
 Ungidos neste seu "Tempo Novo", Deuses ressabiados, vindos com a maré das calendas gregas, que tentam recriar Sodoma e Gomorra, sem que fique pedra sobre pedra!

Governar com tino e em nome do País, não é destruir, rasgar, reverter, mudar tudo ao acaso: é dar continuidade ao que de positivo se vinha fazendo, dando-lhe robustez, com competência e empenho e alterar, apenas,  o que poderia não estar bem.
Com esta enxurrada destruidora, arriscamo-nos a ficar , mais uma vez, mais cedo que tarde, por debaixo dos escombros, até que paguemos para que novos cantoneiros nos voltem a libertar deste entulho rosa!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

HUMOR DA BOLA

Lembras-te, Guimarães?O Jorge, não. Perdeu a memória!


PORTUGAL PRIMEIRO

Sei que há pessoal indignado por Passos Coelho LÊR AQUI não levar à letra a sua declaração no sentido de que Costa não lhe viesse pedir apoio (depois de se unir com os radicais de Esquerda). Num reagir taliónico, à laia de Hamurabi, até os compreenderei, sem concordar.
  Por mim, entendo que, em todas as questões que sejam do interesse nacional, logo, dos portugueses no seu todo, PPC e a sua bancada parlamentar só tem que votar em consciência com os reais interesses do País, como votariam se fossem poder, e não se preocuparem se com isso agradam ou desagradam a quem lhe "fa
nou" o Governo" É isso que se espera duma Oposição responsável, acima de mesquinhos interesses das capelinhas partidárias ou de outras Lojas,as que, por desdita deste Povo, contributos tão nefastos têm trazido à vida dos portugueses.
Compreendemos até que, num plano pessoal, o comportamento de Costa não tenha sido e continue a ser de molde a conceder-lhe amparo e suporte, só que Portugal está primeiro, muito para além dos azedumes pessoais!
Que, em ambiente de Bota Abaixo, de rasteiras, e contra tudo e contra todos, já tivemos em excesso nos últimos 4 anos e continuaremos a ter, nesta Sociedade que tarda em reconhecer que os radicalismos, tenham eles rótulo de esquerda ou de direita, não conduzem a nada de útil para um País que necessita mais de  estabilidade, crescimento e emprego, do que utópicos demagogos inebriados com o seu próprio umbigo!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A CAÇA E O DEFESO


O coelho foi primeiro
A Perdiz grega ninguém
Esperam um perdigueiro
Que lhes cace em Belém!




O PORTUGAL DESTA ERA

Desconheço o autor deste texto que disseca, duma forma cruel, mas real, o esqueleto deste Portugal que vive, actualmente,  num "tem-te, não caias" e de que nós, todos nós, não estaremos isentos de culpas!
Portugal... que futuro?JOJO CORTEZ·TERÇA-FEIRA, 5 DE JANEIRO DE 2016
Li por aí, achei interessante e partilho... desconheço o autor...
"Muitos anos de vida. Filho de gente humilde. Filho da aldeia. Filho do trabalho. Desde criança fui pastor, matei cordeiros, porcos e vacas, montei móveis, entregueiroupas, fui vendedor ambulante, servi à mesa e ao balcão. Limpei chãos, comi com as mãos, bebi do chão e nunca tive vergonha.Na aldeia é assim, somos o que somos porque somos assim. Cresci numa aldeia que pouco mais tinha que gente, trabalho e gente trabalhadora.Cresci rodeado de aldeias sem saneamento básico, sem água, sem luz, sem estradas e com uma oferta de trabalho árduo e feroz.Cresci numa aldeia com valores, com gente que se olha nos olhos, com gente solidária, com amigos de todos os níveis, com família ali ao lado.Cresci com amigos que estudaram e com outros que trabalharam. Os que estudaram, muitos à custa de apoios do Governo, agora estão desempregados e a queixarem-se de tudo. Os que sempre trabalharam lá continuam a sua caminhada, a produzir para o País e a pouco se fazerem ouvir, apesar de terem contribuído para o apoio dos que estudaram e a nada receberem por produzir.Cresci a ouvir dizer que éramos um País em Vias de Desenvolvimento e... de repente éramos já um País Desenvolvido, que depois de entrarmos para a União Europeia o dinheiro tinha chegado a "rodos" e que passamos de pobretanas a ricos "fartazanas". Cresci assim, sem nada e com tudo.E agora, o que temos nós?1. Um país com duas imagens.A de Lisboa: cidade grandiosa, moderna, com tudo e mais alguma coisa, o lugar onde tudo se decide e onde tudo se divide, cidade com passado, presente e futuro.E a do interior do país, território desertificado, envelhecido,abandonado, improdutivo, esquecido, pisado. 2. Um país de vícios. Esqueceram-se os valores, sobrepuseram-se os doutores. Não interessa a tua história, interessa o lugar que ocupas. Não interessa o que defendes, interessa o que prometes. Não interessa como chegaste lá, mas sim o que representas lá. Não interessa o quanto produziste, interessa o que conseguiste. Não interessa o meio para atingir o fim, interessa o que me podes dar a mim. Não interessa o meu empenho, interessa o que obtenho. Não interessa que critiquem os políticos, interessa é estar lá. Não interessa saber que as associações de estudantes das universidades são o primeiro passo para a corrupção activa e passiva que prolifera em todos os sectores políticos, interessa é que o meu filho esteja lá. Não interessa saber que autarquias tenham gente a mais, interessa é que eu pertença aos quadros. Não interessa ter políticos que passem primeiro pelo mundo do trabalho, interessa é que o povo vá para o c...* 3. Um país sem justiça. Pedófilos que são condenados e dão aulas passados uns dias. Pedófilos que por serem políticos são pegados em ombros e juízes que são enviados para as catacumbas do inferno. Assassinos que matam por trás e que são libertados passados sete anos por bom comportamento! Criminosos financeiros que escapam por motivos que nem ao diabo lembram. Políticos que passam a vida a enriquecer e que jamais têm problemas ou alguém questiona tais fortunas. Políticos que desgovernam um país e "emigram" para Paris. Bancos que assaltam um país e que o povo ainda ajuda a salvar. Um povo que vê tudo isto e entra no sistema, pedindo favores a toda a hora e alimentando a máquina que tanto critica e chora. 4. Um país sem educação. Quem semeia ventos colhe tempestades. Numa época em que a sociedade global apresenta níveis de exigência altamente sofisticados, em Portugal a educação passou a ser um circo. Não se podem reprovar meninos mimados. Não se pode chumbar os malcriados. Os alunos podem bater e os professores nem a voz podem levantar. Entrar na universidade passou a ser obrigatório por causa das estatísticas. Os professores saem com os alunos e alunas e os alunos mandam nos professores. Ser doutor, afinal, é coisa banal. 5. Um país que abandonou a produção endógena. Um país rico em solo, em clima e em tradições agrícolas que abandonou a sua história.Agora o que conta é ter serviços sofisticados, como se o afamado portátil fosse a salvação do país. Um país que julga que uma mega fábrica de automóveis dura para sempre. Um país que pensa que turismo no Algarve é que dá dinheiro para todos. Um país que abandonou a pecuária, a pesca e a agricultura. Que pisa quem ainda teima em produzir e destaca quem apenas usa gravata. Um país que proibiu a produção de Queijo da Serra artesanal na década de 90 e que agora dá prémios ao melhor queijo regional. Um país que diz ser o do Pastel de Belém, mas que esquece que tem cabrito de excelência, carne mirandesa maravilhosa, Vinho do Porto fabuloso, Ginginha deliciosa, Pastel de Tentugal tentador, Bolo Rei português, Vinho da Madeira, Vinho Verde, lacticínios dos Açores e Azeite de Portugal para vender. E tanto, tanto mais... que sai da terra e da nossa história. 6. Um país sem gente e a perder a alma lusa. Um país que investiu forte na formação de um povo, em engenharias florestais, zoo técnicas, ambientais, mecânicas, civis, em arquitectos, em advogados, em médicos, em gestores, economistas e marketeers, em cursos profissionais, em novas tecnologias e em tudo o mais, e que agora fecha as portas e diz para os jovens emigrarem. Um país que está desertificado e sem gente jovem, mas com tanta gente velha e sábia que não tem a quem passar tamanha sabedoria. Um país com jovens empreendedores que desejam ficar mas são obrigados a partir. Um país com tanto para dar, mas com o barco da partida a abarrotar. Um país sem alma, sem motivação e sem alegria. Um país gerido por porcaria. E agora, vale a pena acreditar? Vale. Se formos capazes de participar, congregar novos ideais sociais e de mudar. Porquê acreditar? Porque oitocentos anos de história, construída a pulso, não se destroem em 40 anos. Porque o solo continua fértil, o mar continua nosso, o sol continua a brilhar e a nossa alma, ai a nossa alma, essa continua pura e lusitana e cada vez mais fácil de amar."

domingo, 3 de janeiro de 2016

MISSA DO GALO

Por terras do Vouguinha, na aldeia que o viu nascer, onde ainda se vive, reza, trabalha...e canta!
Parabéns ao Grupo Coral de Moçãmedes e um Bom 2016 para todos que o abrilhantam!