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terça-feira, 4 de outubro de 2016

AQUI CHEGADOS

Aqui chegados, um ano depois, é o momento para recordarmos os programas de governo e as promessas eleitorais.
Aqui chegados, um ano depois, é hora de nos interrogarmos, se as cautelas e os pés na terra que a Direita projectou, em confronto com o El Dourado prometido pela Esquerda, não está a ser o que a primeira previa como necessária.
Aqui chegados, um ano depois, a sensação que temos é que, governando quem ganhou as eleições, ou os que tomaram o poder, mercê duma geringonça, em termos de medidas duras, austeras, não estaríamos num patamar muito diferente.
Aqui chegados, um ano depois, apenas poderia haver uma substancial e marcante diferença, numa perspectiva do Futuro: com quem ganhou as eleições, não teríamos a desconfiança em quem governa, os investidores internos e externos não fugiam a sete pés,de quem os maltrata e os corre de foice e forquilha nas mãos, como o Diabo foge da Cruz; as exportações não teriam afundado drasticamente, o crescimento económico não estagnava como estagnou e, paulatinamente, continuaríamos a afirmarmo-nos perante os parceiros económicos e com credibilidade pelo Mundo.
Aqui chegados, um ano depois, o único ganho que os portugueses tiveram, para lá de todas as perdas e comprometimento do Futuro, foi não termos que assistir a "tocaias", a manifestações de controleiros, a greves partidariamente encomendadas e, muitas delas, sem justificação plausível.
Aqui chegados, um ano depois, preferia ver Portugal a crescer e a libertar-se das amarras da cegueira e das utopias, com alguma pujança económica que permitisse a redistribuição de alguma riqueza, mesmo que para tal tivesse que pagar o preço de ouvir a algazarra dos fanfarrões alienados e os sons estridentes das vuvuzelas sindicais.
Aqui chegados, um ano depois, estou farto que me mintam, que me atirem areia vermelha para os olhos e que façam deste Povo que também é meu, um bando de estúpidos esfomeados que acolhem todas as patranhas e comem toda a fruta bichada que uma qualquer geringonça lhes possa servir à mesa! serve à mesa, enquanto se vê a Economia dos vizinhos espanhóis, sem Governo efectivo,  a crescer e a pagar menos juros!